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CAFINVENÇÕES - Trabalho de Apoio
Segunda-feira, 30 de Maio de 2011
Terça-feira, 2 de Março de 2010
TÉCNICA DE FANTOCHES
Tradicionalmente, os fantoches distinguem-se em 2 grandes famílias:
· 1. Os fantoches manipulados por cima -
- FANTOCHES DE VARÃO : Bonecos articulados cuja manipulação se faz por meio de uma haste plantada na cabeça; às vezes, vêm juntar-se-lhe fios em número reduzido; o tamanho destes fantoches varia entre 0,40m e 1,50m e mais. Os principais tipos europeus pertencentes a este género são fantoches sicilianos, de Liàge de Amians e, de Santo Aleixo (Alentejo).
-FANTOCHES DE FIO : Bonecos articulados, comandados por fios de número variado, ligados a um comando simples ou complexo, chamado Cruz ou Estrela (Cruzeta), podendo atingir uma extrema perfeição técnica como testemunha o célebre “Ensaio sobre Fantoche” de Kleist. Encontram-se fantoches de fios desde a Antiguidade; parecem derivar directamente da estatuária animada.
os fantoches manipulados por baixo.
· 2. Os fantoches manipulados por baixo –
-FANTOCHES DE MANGA OU LUVA: São compostos por uma cabeça e braços armados sobre uma manga de tecido, dentro da qual se enfia a mão do manipulador. Sobre esta manga está fixado o fato correspondente ao personagem. É uma das formas mais conhecidas, como os nossos Robertos. Este boneco fica dependente da mão e geralmente da manipulação de um único manipulador.
Para a escultura da cabeça e das mãos são utilizados materiais diversos, tendo por muito tempo sido madeira o mais vulgar; mas o papel, o pano, a cerâmica, a cera, o barro e, agora, os materiais modelados, a esferovite, a espuma, esponja, poliéster, e outras pastas.
Os principais tipos de mangas (bainha ou luvas) são, na Europa, a leonesa, a italiana, a espanhola, a russa e a inglesa; essas mangas determinam posições diferentes da mão do manipulador. Este tipo de fantoches foi utilizado por Guignol, Kasperl, Punch, Petruchka.
-“MAROTTES”: São bonecas antigas armadas sobre um pau; o corpo, de pano, esfoaça em redor. (Bastão que tem na extremidade uma cabeça coberta por um capuz de todas as cores e guarnecido de guizos, o símbolo da loucura). Este tipo de fantoche conhece um renascimento certo entre as técnicas actuais. Existe uma forma de “marotte” montada sobre um meio-bastão, onde a mão do manipulador aparece como a mão da boneca e, muitas vezes, através da luva ou uma “mouffle” (luva só com um polegar). A este género ligam-se fantoches muito antigos: os “lilekis” eslovacos, bonecos construídos segundo a forma provavelmente inspirada no espantalho.
-FANTOCHES DE HASTE : São bonecos construídos sobre um pau, tendo os braços animados por varetas; conhecem múltiplas formas mais ou menos complexas; as mais célebres não são as europeias; são os fantoches de Java. Na Europa, Sergei Oblaets (em Moscovo) levou muito longe o aperfeiçoamento deste tipo. Certos dos seus bonecos necessitam de três a quatro manipuladores.
-FANTOCHE DE MESA : São bonecos manipulados por extensões de arames presos na cabeça, braços e pés, dando ideia que se movem sozinhos sobre uma superfície.
· 1. Os fantoches manipulados por cima -
- FANTOCHES DE VARÃO : Bonecos articulados cuja manipulação se faz por meio de uma haste plantada na cabeça; às vezes, vêm juntar-se-lhe fios em número reduzido; o tamanho destes fantoches varia entre 0,40m e 1,50m e mais. Os principais tipos europeus pertencentes a este género são fantoches sicilianos, de Liàge de Amians e, de Santo Aleixo (Alentejo).
-FANTOCHES DE FIO : Bonecos articulados, comandados por fios de número variado, ligados a um comando simples ou complexo, chamado Cruz ou Estrela (Cruzeta), podendo atingir uma extrema perfeição técnica como testemunha o célebre “Ensaio sobre Fantoche” de Kleist. Encontram-se fantoches de fios desde a Antiguidade; parecem derivar directamente da estatuária animada.
os fantoches manipulados por baixo.
· 2. Os fantoches manipulados por baixo –
-FANTOCHES DE MANGA OU LUVA: São compostos por uma cabeça e braços armados sobre uma manga de tecido, dentro da qual se enfia a mão do manipulador. Sobre esta manga está fixado o fato correspondente ao personagem. É uma das formas mais conhecidas, como os nossos Robertos. Este boneco fica dependente da mão e geralmente da manipulação de um único manipulador.
Para a escultura da cabeça e das mãos são utilizados materiais diversos, tendo por muito tempo sido madeira o mais vulgar; mas o papel, o pano, a cerâmica, a cera, o barro e, agora, os materiais modelados, a esferovite, a espuma, esponja, poliéster, e outras pastas.
Os principais tipos de mangas (bainha ou luvas) são, na Europa, a leonesa, a italiana, a espanhola, a russa e a inglesa; essas mangas determinam posições diferentes da mão do manipulador. Este tipo de fantoches foi utilizado por Guignol, Kasperl, Punch, Petruchka.
-“MAROTTES”: São bonecas antigas armadas sobre um pau; o corpo, de pano, esfoaça em redor. (Bastão que tem na extremidade uma cabeça coberta por um capuz de todas as cores e guarnecido de guizos, o símbolo da loucura). Este tipo de fantoche conhece um renascimento certo entre as técnicas actuais. Existe uma forma de “marotte” montada sobre um meio-bastão, onde a mão do manipulador aparece como a mão da boneca e, muitas vezes, através da luva ou uma “mouffle” (luva só com um polegar). A este género ligam-se fantoches muito antigos: os “lilekis” eslovacos, bonecos construídos segundo a forma provavelmente inspirada no espantalho.
-FANTOCHES DE HASTE : São bonecos construídos sobre um pau, tendo os braços animados por varetas; conhecem múltiplas formas mais ou menos complexas; as mais célebres não são as europeias; são os fantoches de Java. Na Europa, Sergei Oblaets (em Moscovo) levou muito longe o aperfeiçoamento deste tipo. Certos dos seus bonecos necessitam de três a quatro manipuladores.
-FANTOCHE DE MESA : São bonecos manipulados por extensões de arames presos na cabeça, braços e pés, dando ideia que se movem sozinhos sobre uma superfície.
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Técnica de Marionetas
Sábado, 23 de Janeiro de 2010
Grupo MESTRE FILIPE E AS SUAS MARIONETAS
Mestre Filipe e as suas Marionetas é um grupo profissional de teatro de marionetas e animação sócio cultural.Formado em 1987 tem produzido espectáculos e animações originais com as quais foi desenvolvendo um estilo próprio nesta área artística. A itinerância foi a opção básica do seu trabalho, percorrendo todo o continente, ilhas e Países vizinhos. Representa os seus espectáculos em festas populares, escolas, hospitais, estabelecimentos prisionais, bibliotecas públicas, Centros Sociais e Culturais.
Para além da produção de espectáculos, o grupo Mestre Filipe realiza um projecto pedagógico no âmbito do teatro de marionetas. Acções de formação, workshops e ateliês de formas animadas com crianças e adultos e ainda animação cultural na criação de jogos temáticos.
O grupo tem apostado em espectáculos diferentes, utilizando vários tipos de marionetas e técnicas de manipulação nomeadamente as de fio, tranca, vara, luva, marote e gigantones, tendo o cuidado de adequar a técnica ao texto, sempre em conta com a sua itinerância. Encenar os espectáculos de forma a serem montados com facilidade e rapidez em qualquer situação tem sido uma mais valia deste grupo composto pelos 3 elementos familiares, pai e filhas.
Os vários espectáculos e animações que temos em carteira podem ser representados e realizados em vários eventos e locais.
O seu reportório tem critérios de qualidade, com temáticas diversificadas que vão ao encontro do espectador no seu conteúdo lúdico, informativo e educativo, tendo sempre em atenção que os mesmos estão principalmente vocacionados para a infância e pré-adolescentes.
É nesta perspectiva de pùblico alvo que o grupo trabalha procurando sempre que as suas produções sejam criativas e inovadoras.
O grupo tem vindo ao longo de alguns anos a ser solicitado pelas autarquias para realização de espectáculos nos estabelecimentos de ensino, cujas temáticas contemporâneas de autores portugueses tem contribuído para o desenvolvimento no ensino.
Dos jardins-de-infância, passando pelo ensino básico, secundário e até superior, a recepção do trabalho do grupo tem sido das melhores, o que demonstra que as escolas lançam mão ás actividades dramáticas, nelas encontrando um poderoso esteiro para cumprimento dos seus objectivos, numa melhor acuidade da relação da escola com a comunidade e do aluno / lição / vida / arte.
VÊR MAIS EM: http://www.mestrefilipe.blogspot.com/
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Apresentação do grupo Mestre Flipe
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